02/07/2026 · Equipe GálagoTEF

Modelo A vs Modelo B: como o GálagoTEF cobra

Uma dúvida legítima de quem vai adotar um hub de TEF é: como isso é cobrado? No GálagoTEF a resposta depende de quem detém o contrato com a administradora. São dois modelos — Modelo A e Modelo B — e a escolha define tanto a fatura quanto o relacionamento comercial com a Elgin. Este artigo explica a diferença de forma direta, para você saber qual se aplica ao seu caso.

A ideia central: de quem é a credencial

Todo pagamento em maquininha usa uma credencial junto à administradora (na primeira integração, a Elgin). O GálagoTEF trabalha com credencial em cascata: por padrão, usa a conta da plataforma; mas um cliente ou distribuidor pode sobrescrever com a própria conta. É essa escolha — credencial da plataforma ou credencial própria — que separa os dois modelos de cobrança.

Em toda transação, o hub grava a origem da credencial. O faturamento é derivado disso. Não há medição por transação (nada de contar cada passada de cartão): o billing vem da origem, não do volume.

Modelo A: credencial da plataforma (padrão)

No Modelo A, o pagamento roda pela credencial da Gálago. Como funciona:

É o modelo default e o mais simples para quem está começando: você habilita a maquininha, começa a transacionar e a relação de taxas segue com a administradora, como já seria. O hub entra como camada de integração sem adicionar custo direto.

Modelo B: contrato próprio (exceção)

No Modelo B, o cliente ou distribuidor já tem um contrato próprio com a Elgin e quer usar esse contrato dentro do hub. Nesse caso:

O Modelo B atende principalmente distribuidores e clientes maiores que negociaram condições próprias com a administradora e não querem abrir mão delas ao ganhar a camada de hub.

Comparando os dois modelos

AspectoModelo A (padrão)Modelo B (exceção)
Credencial usadaDa plataforma (Gálago)Própria do cliente/distribuidor
Quem fatura as taxas de TEFAdministradora, direto ao clienteAdministradora, pelo contrato próprio
Como a Gálago é remuneradaComissão da administradoraMensalidade do plano (via GálagoPay)
Cliente paga pelo hub?NãoSim, como feature de plano
Cobrança por transaçãoNãoNão

Repare no ponto comum: em nenhum dos dois há cobrança per-swipe. O que muda é a fonte de remuneração — comissão (A) ou mensalidade (B).

Como escolher

A decisão costuma ser natural:

Vale lembrar que a escolha de modelo é sobre cobrança, não sobre capacidade técnica: os recursos do hub — roteamento por POS, idempotência, webhooks, ledger único — são os mesmos nos dois. Se você ainda está avaliando o próprio conceito de hub, comece por por que usar um hub de TEF em vez de integrar direto.

Governança: quem configura o quê

A separação de papéis reforça a segurança:

Como o hub grava a origem da credencial por transação, a fatura fica auditável e sem ambiguidade — importante quando o assunto é dinheiro. Esse rigor conversa diretamente com boas práticas de conciliação de cartões, já que você sempre sabe por qual conta cada venda passou.

Quer definir o modelo ideal para o seu negócio? Consulte a documentação da API ou acesse o painel do GálagoTEF para configurar sua credencial e começar a transacionar.


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