02/07/2026 · Equipe GálagoTEF

Roteamento por POS: enviando a cobrança para a maquininha certa

Quando um restaurante ou loja tem várias maquininhas, surge uma pergunta prática: ao disparar uma cobrança pelo sistema, como garantir que ela apareça no POS certo — o do garçom que atende aquela mesa, o do caixa 3, o do balcão? Essa é a função do roteamento por POS. Este artigo explica como ele funciona num hub de TEF e por que é diferente do roteamento de outros tipos de integração.

O problema: cobrança na maquininha errada

Numa operação com um único terminal, não há dúvida: a cobrança vai para ele. Com dois ou mais, você precisa endereçar. Sem roteamento, a alternativa é ruim: o operador escolhe numa fila qual maquininha vai receber, ou a cobrança “aparece” em todas e alguém aceita manualmente. Isso gera confusão, atraso e risco de cobrar no terminal errado.

O roteamento por POS resolve endereçando cada transação a um destino específico — a maquininha que deve executar aquele pagamento — antes mesmo de o cliente passar o cartão.

Como o roteamento por POS funciona

No GálagoTEF, cada maquininha é identificada por um POS de destino. O fluxo é direto:

  1. A empresa pareia cada maquininha física a um caixa/ponto de atendimento (self-service).
  2. Ao criar a cobrança, o sistema informa o destino — o POS que deve executá-la.
  3. O hub roteia a transação para aquele POS específico.
  4. Só aquela maquininha exibe a cobrança; o cliente conclui o pagamento nela.
  5. O status volta ao sistema por webhook e/ou polling, já vinculado ao POS de origem.

Esse endereçamento é o que difere o roteamento de TEF do “roteamento inteligente” de outros hubs. Em SMS, por exemplo, roteia-se pelo provedor mais barato. Aqui, a escolha não é de custo — é qual maquininha física deve receber a cobrança. É um roteamento por destino, não por preço.

Pareamento: como a maquininha vira um destino

Para rotear, o hub precisa saber quais POS existem e a qual ponto de atendimento cada um pertence. Esse é o pareamento, feito pela própria empresa:

Um cuidado de UX importante é ajudar a empresa a descobrir o ID do POS na administradora, para que o pareamento seja simples e não dependa de suporte técnico. Um bom fluxo de pareamento é parte do que torna a operação self-service. Se você opera restaurante, esse endereçamento se conecta diretamente à comanda eletrônica e ao pagamento na mesa, onde cada garçom carrega ou aciona um terminal específico.

Roteamento e isolamento por empresa

Roteamento por POS não vive sozinho: ele anda junto do isolamento por empresa. Como um hub é multiempresa, o POS de destino de uma empresa jamais pode receber a cobrança de outra. No GálagoTEF isso está na fundação do schema — toda transação carrega o identificador da empresa, e o roteamento respeita essa fronteira. Em uma API pública de pagamento, isolar é requisito de dia 1, não backlog.

Combinado com a idempotência, o resultado é previsível: a cobrança certa, no POS certo, da empresa certa, sem duplicar. Vale entender por que a idempotência em pagamentos é indispensável nesse cenário.

Casos de uso do roteamento por POS

Boas práticas ao rotear

O roteamento por POS é o que permite escalar de uma para dezenas de maquininhas sem virar caos operacional. No GálagoTEF, você endereça cada cobrança ao destino certo com uma chamada de API, e o hub cuida do resto.

Quer testar o roteamento na sua operação? Veja como criar transações com destino na documentação da API ou configure suas maquininhas no painel do GálagoTEF.


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